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	<title>Revista PrimeNews</title>
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	<description>Informação e Interatividade</description>
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		<title>Etanol x GNV</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 14:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>isaac</dc:creator>
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Etanol X GNV
Quem detém a razão na briga pelo título de combustível mais limpo e econômico?
Winston Churchill disse uma vez: “A primeira baixa de uma guerra é a verdade”. Nesse caso, obviamente Churchill estava se referindo à ocultação de verdades e à transformação de mentiras em verdades absolutas pela mídia e pela propaganda especializada em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/etanol-x-gnv.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-652" src="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/etanol-x-gnv-1023x968.jpg" alt="" width="1023" height="968" /></a></p>
<p><strong>Etanol X GNV</strong><br />
<em>Quem detém a razão na briga pelo título de combustível mais limpo e econômico?</em></p>
<p>Winston Churchill disse uma vez: “A primeira baixa de uma guerra é a verdade”. Nesse caso, obviamente Churchill estava se referindo à ocultação de verdades e à transformação de mentiras em verdades absolutas pela mídia e pela propaganda especializada em prol da defesa e manutenção dos interesses dos países e órgãos envolvidos. No campo do comércio, metaforicamente, pode-se também utilizar esse conceito e aplicá-lo, uma vez que estratégias comerciais e de marketing se equiparam às de uma guerra física e armamentista. Alguns casos comprovam essa afirmação, entre elas o sucesso do livro, ‘A Arte da Guerra’, de Sun Tzu, dentro do mundo corporativo e empresarial.</p>
<p>Tendo o aquecimento global como uma situação iminente, as críticas aos combustíveis derivados do Petróleo se intensificaram e a busca por alternativas menos poluentes tornaram-se pautas importantes nas reuniões dos órgãos competentes e dos líderes das grandes economias. No Brasil não foi diferente, e hoje existe uma disputa pelo título de combustível menos poluente e mais econômico, na qual concorrem o Gás Natural Veicular (GNV) e o Etanol. Resta saber de onde parte a verdade e onde se dissemina a mentira, uma vez que cada órgão defende sua posição, cada qual respaldado uma organização governamental distinta que parece lhe apoiar.</p>
<p>Segundo Juliano Signori, secretário executivo da <a href="http://www.abgnv.org.br/" target="_blank">Associação Brasileira de Gás Natural Veicular (ABgnv)</a> o Etanol não seria tão correto ambientalmente, como dizem por aí. “São gastos 126 litros de água para fazer um litro de álcool, isso sem levar em conta o transporte que é feito por caminhões. Outro detalhe é a quantidade de carbono emitida pelas queimadas, porém, o pessoal do álcool informa que tal emissão é absorvida com o plantio da cana de açúcar, mas não se comprova o quanto”, disse.</p>
<p>Para Alfred Szwarc, consultor de Emissões e Tecnologia da<a href="http://www.unica.com.br/" target="_blank"> União da Indústria de Cana de Açúcar (UNICA), </a>os críticos do Etanol estariam fazendo o cálculo errado. “Eu acho que as pessoas que falam isso, não fazem a conta que deve ser feita. A conta que deve ser feita é em relação ao ciclo de vida. Para calculá-lo você deve analisar todas as etapas de produção de um produto, e o consumo de água é só mais um dos indicadores para saber se o combustível é mais ambientalmente aceitável do que o outro. No caso da água, atualmente boa parte das usinas de São Paulo pratica o consumo efetivo de água de 1m³ por tonelada de cana. Se considerarmos todos os fatores, é reconhecível que o Etanol é um combustível muito mais brando e amigável ao meio ambiente do que os combustíveis de origem fósseis, que são os derivados de Petróleo ou o Gás Natural”.</p>
<p>“O GNV tem uma maior economia em relação ao Álcool”, é o que diz Juliano Signori. Segundo o secretário executivo da ABgnv, em São Paulo o álcool estaria custando R$1,29 e o GNV R$1,49. Ele defende que o consumidor precisaria de 2 litros de Álcool para render a mesma quantidade de quilômetros rodados com 1m³ de GNV. Com a utilização do Gás Natural, protegeríamos mais o nosso solo que após seis queimadas para plantação de cana, perderia seu poder de cultivo. Signori diz que se continuarmos com o alastramento da cana de açúcar e o Etanol tornar-se um commodity, como certeza ele será mais atrativo para os agricultores que, por consequência reduzirão o plantio de outras culturas agrícolas, pois, a cana é de fácil cultivo. “Creio que o preço do nosso arroz com feijão irá subir. Existe ainda a mão de obra ‘semi-escrava’ que é utilizada para o plantio e colheita da cana”, disse.</p>
<p>Já para Mauro Kahn, diretor e fundador do Clube do Petróleo, em artigo publicado no site da organização, o Etanol seria mais ecológico se utilizado em grandes centros como São Paulo. “Não há qualquer dúvida de que o álcool propriamente dito seja um combustível muito mais limpo do que os derivados do Petróleo. No entanto, ao aprofundarmos a questão, este suposto ganho ecológico não se sustenta da mesma maneira. Em primeiro lugar, o álcool não evita o consumo do óleo diesel, consideravelmente mais poluente do que a gasolina, muito pelo contrário: na realidade, ele indiretamente estimula este consumo, uma vez que o combustível é utilizado no transporte do álcool para os grandes centros. A conclusão a que se chega, após todas as questões expostas, é de que o álcool surge ideal para metrópoles como São Paulo, onde uma frota incrivelmente grande acaba por gerar uma poluição insuportável. Já para uma cidade como Manaus &#8211; que por muito tempo poderá contar com as expressivas reservas de Petróleo e Gás de URUCU &#8211; o consumo de álcool não encontra justificativa razoável”.</p>
<p>Em contrapartida, segundo Alfred Szwarc da UNICA, não se pode esquecer que o Gás Natural é formado principalmente por metano, que é o seu principal constituinte. “O metano é um dos principais gases do efeito estufa, ele tem um poder de aquecimento da atmosfera 23 vezes superior ao do dióxido de carbono, que é apontado como o principal causador do efeito estufa. Então quando o gás natural não queima de forma eficiente, uma parte desse gás sai pelo escapamento e é liberado pela atmosfera, dessa forma, além de você ter uma emissão maior de poluentes, como monóxido de carbono, você também vai ter uma emissão considerável de metano na atmosfera, o que é um problema. Se comparamos com o etanol, ele tem uma emissão muito baixa de metano, quase que desprezível, tem uma emissão praticamente nula de dióxido de carbono se você pensar no ciclo de vida do produto, todos os estudos feitos por pesquisadores da Unicamp apontam que ao substituir a gasolina por etanol você deixa de emitir até 90% do dióxido de carbono”.</p>
<p>Deve-se procurar saber e entender até que ponto o consumidor é agente ativo nessa discussão. O que é exposto de forma clara e imparcial nos grandes meios de comunicação? Quem defende os interesses de quem, e quem é que paga a conta? A resposta é um tanto clara, pois obviamente os mais atingidos são os consumidores e o planeta, que, sem uma resposta clara e oficial, tem de aceitar a escolha duvidosa de um lado para apoiar. Não existe um plebiscito para que se discuta o assunto junto à sociedade civil, e a sensação que fica é que ou alguém mente enquanto o outro fala a verdade, ou todos estão mentindo.</p>
<p><strong>O Gás Natural, o Etanol e a adulteração</strong></p>
<p>Outro ponto que vem sendo discutido estaria ligado à adulteração desses combustíveis. Claramente os combustíveis líquidos são mais fáceis de adulterar, em contrapartida, a adulteração do etanol vem caindo significativamente através dos anos.</p>
<p>Juliano Signori da ABgnv, defende que o gás natural teria larga vantagem em relação ao etanol pela quase impossibilidade de adulteração. “Se levarmos em conta a combustão, isto é, a emissão pelo escapamento, o etanol perde para o GNV, sem contar que o gás é mais limpo, mais difícil de adulterar, quase impossível, bem como, mais difícil de roubar, isto é, transferir de um tanque para outro. Pela sua dificuldade de adulteração torna-se até fiscalmente mais correto”.</p>
<p>Já para Alfred Szwarc, apesar de existir a adulteração de combustíveis, os números que abrangem o etanol tem diminuído ao longo dos anos. “A questão da adulteração dos combustíveis é um problema mundial, o que muda é o tipo de adulteração e a magnitude desse problema. Então se você quer discutir a adulteração, vamos discutir a adulteração do óleo diesel, adulteração da gasolina, não só do etanol. O etanol está sujeito como qualquer outro produto, obviamente você pode adulterar mais facilmente um combustível líquido do que um gasoso. Por outro lado o quanto a sociedade precisa investir para distribuir esse combustível gasoso até os pontos de venda? Você tem investimentos em dutos, em compressores e isso não é barato. Agora eu acho que não é uma comparação correta. Não são coisas comparáveis. Se você for ver o índice de adulteração do Etanol ele caiu muito, é só ver os dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP)”, informou.</p>
<p>Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), Para combater fraudes &#8211; tais como a adição de água ao etanol anidro para ser vendido como hidratado (mistura conhecida como “álcool molhado”) – a ANP estabeleceu, por meio da Resolução nº 36/2005, a obrigatoriedade de adição de corante de cor laranja ao etanol anidro. Como o etanol hidratado é incolor, o corante denuncia se houver presença do anidro irregularmente misturado. Com a medida, o índice de não-conformidade no etanol caiu de 3,8% em 2006 para 2,3% em 2008.</p>
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		<title>Serviços Gratuitos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 14:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>isaac</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Quando e como oferecer serviços gratuitos
Atualmente é bastante comum empresas oferecerem serviços gratuitos para seus clientes e, até mesmo, as pessoas cobrarem regalias para as empresas as quais adquirem algum produto ou serviço. Ficam então, algumas perguntas como: qual o objetivo das instituições e como elas adquirem o retorno financeiro? Afinal de contas, empresas visam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/serviços-gratuitos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-648" src="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/serviços-gratuitos.jpg" alt="" width="530" height="375" /></a></p>
<p><strong>Quando e como oferecer serviços gratuitos</strong></p>
<p>Atualmente é bastante comum empresas oferecerem serviços gratuitos para seus clientes e, até mesmo, as pessoas cobrarem regalias para as empresas as quais adquirem algum produto ou serviço. Ficam então, algumas perguntas como: qual o objetivo das instituições e como elas adquirem o retorno financeiro? Afinal de contas, empresas visam lucros e essa cultura de “pechinchar” se tornou uma potente estratégia de marketing.</p>
<p>O principal interesse em oferecer serviços ou produtos de forma gratuita é atrair a atenção da população para o lançamento da empresa ou fidelizar o cliente, o que hoje é cada vez mais difícil devido à alta concorrência e ao bombardeio de promoções que são lançadas diariamente.     </p>
<p>Segundo <a href="http://www.rcinvest.com.br/" target="_blank">Thomas Reoch</a>, consultor norte-americano especializado em gestão empresarial, uma solução para lucrar ao oferecer serviços gratuitos é atrelar esta bonificação ao produto da empresa, como por exemplo, a pessoa ao comprar uma Pizza, a entrega ficar por conta do restaurante. Ou seja, você paga pelo produto, mas não pela entrega e essa facilidade se torna um diferencial.</p>
<p>“Tempo é dinheiro, se o seu cliente não precisa ir ate o seu estabelecimento para entregar e retirar roupas, no caso de uma lavanderia você esta “dando” tempo livre para ele! Assim você aumenta o volume de venda de produto através de um serviço de graça”, completa Thomas.</p>
<p>Também existe o retorno que não pode ser medido no primeiro momento pelo departamento financeiro, aqueles em que a primeira intenção é realmente satisfazer o cliente e, assim fidelizá-lo. Um excelente exemplo é o <a href="http://grupoflamboyant.com/" target="_blank">Grupo Flamboyant </a>que controla várias empresas atuantes no ramo por eles mesmos denominados de “Death Care”, ou seja, “Cuidados com o Luto”.</p>
<p>O grupo administra empreendimentos como cemitérios e funerárias em Campinas – SP e criou o CIAFF – Centro Integrado de Assistência à Família Flamboyant e, entre várias outras ações, promove curso gratuito de jardinagem para cuidados com o luto. De acordo com a psicóloga responsável pelas atividades do CIAFF, Rita Bueno, trabalhos com a terra levam ao alívio físico e mental frente à perda de um ente querido.</p>
<p>Outro exemplo de serviços gratuitos que carregam no seu conceito a ideologia da empresa é o ‘banco design’ intitulado de<a href="http://www.carinehattge.com.br/blog/?p=2653" target="_blank"> Banco Canguru </a>criado pela Legas, empresa que atua no marketing de varejo. Confeccionado em uma peça única de papelão reciclável, o banco pode ser montado e desmontado com um só movimento. Muito fácil de carregar, o Canguru pesa cerca de 600 gramas e vem envolto em uma fita que faz às vezes de uma alça. Montado, tem 43 cm de altura, o que é suficiente para ser utilizado confortavelmente.</p>
<p>O banco é distribuído em feiras e eventos que a empresa participa e representa uma síntese dos serviços oferecidos pela Legas: criação, tendência, inovação e funcionalidade. Já a utilização do papelão dá ênfase ao conceito de sustentabilidade. Fabricante de equipamentos, acessórios e displays, a Legas é uma empresa que diferencia marcas e produtos no varejo por meio de estratégias de marketing e merchandising no PDV.</p>
<p>Ainda existem serviços em que mesmo após a etapa de “degustação”, no qual ele é oferecido de forma gratuita, ele passa a ser comercializado pela empresa e tem uma boa aceitação pelo cliente. Segundo Thoma Reoch essa maior aceitação é por algo que atinge a parte sensorial da pessoa, ou seja, sabor, aroma ou conforto térmico. “Se experimentamos e apreciamos um bom vinho ou sorvete, provavelmente vamos comprar em seguida. O mesmo pode acontecer depois de um serviço gratuito de lavagem de uma camisa ou saia”, finaliza Thomas.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Calibri;font-size: small"><strong>Quando e como oferecer serviços gratuitos</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Calibri;font-size: small"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Calibri;font-size: small">Atualmente é bastante comum empresas oferecerem serviços gratuitos para seus clientes e, até mesmo, as pessoas cobrarem regalias para as empresas as quais adquirem algum produto ou serviço. Ficam então, algumas perguntas como: qual o objetivo das instituições e como elas adquirem o retorno financeiro? Afinal de contas, empresas visam lucros e essa cultura de “pechinchar” se tornou uma potente estratégia de marketing.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Calibri">O principal interesse em oferecer serviços ou produtos de forma gratuita é atrair a atenção da população para o lançamento da empresa ou fidelizar o cliente, o que hoje é cada vez mais difícil devido à alta concorrência e ao bombardeio de promoções que são lançadas diariamente. <span>    </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Calibri;font-size: small">Segundo Thomas Reoch, consultor norte-americano especializado em gestão empresarial, uma solução para lucrar ao oferecer serviços gratuitos é atrelar esta bonificação ao produto da empresa, como por exemplo, a pessoa ao comprar uma Pizza, a entrega ficar por conta do restaurante. Ou seja, você paga pelo produto, mas não pela entrega e essa facilidade se torna um diferencial. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Calibri;font-size: small">“Tempo é dinheiro, se o seu cliente não precisa ir ate o seu estabelecimento para entregar e retirar roupas, no caso de uma lavanderia você esta “dando” tempo livre para ele! Assim você aumenta o volume de venda de produto através de um serviço de graça”, completa Thomas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Calibri;font-size: small">Também existe o retorno que não pode ser medido no primeiro momento pelo departamento financeiro, aqueles em que a primeira intenção é realmente satisfazer o cliente e, assim fidelizá-lo. Um excelente exemplo é o Grupo Flamboyant que controla várias empresas atuantes no ramo por eles mesmos denominados de “Death Care”, ou seja, “Cuidados com o Luto”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Calibri;font-size: small">O grupo administra empreendimentos como cemitérios e funerárias em Campinas – SP e criou o CIAFF – Centro Integrado de Assistência à Família Flamboyant e, entre várias outras ações, promove curso gratuito de jardinagem para cuidados com o luto. De acordo com a psicóloga responsável pelas atividades do CIAFF, Rita Bueno, trabalhos com a terra levam ao alívio físico e mental frente à perda de um ente querido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Calibri;font-size: small">Outro exemplo de serviços gratuitos que carregam no seu conceito a ideologia da empresa é o ‘banco design’ intitulado de Banco Canguru criado pela Legas, empresa que atua no marketing de varejo. Confeccionado em uma peça única de papelão reciclável, o banco pode ser montado e desmontado com um só movimento. Muito fácil de carregar, o Canguru pesa cerca de 600 gramas e vem envolto em uma fita que faz às vezes de uma alça. Montado, tem 43 cm de altura, o que é suficiente para ser utilizado confortavelmente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-family: Calibri;font-size: small">O banco é distribuído em feiras e eventos que a empresa participa e representa uma síntese dos serviços oferecidos pela Legas: criação, tendência, inovação e funcionalidade. Já a utilização do papelão dá ênfase ao conceito de sustentabilidade. Fabricante de equipamentos, acessórios e displays, a Legas é uma empresa que diferencia marcas e produtos no varejo por meio de estratégias de marketing e merchandising no PDV.</span></p>
<p><span>Ainda existem serviços em que mesmo após a etapa de “degustação”, no qual ele é oferecido de forma gratuita, ele passa a ser comercializado pela empresa e tem uma boa aceitação pelo cliente. Segundo Thoma Reoch essa maior aceitação é por algo que atinge a parte sensorial da pessoa, ou seja, sabor, aroma ou conforto térmico. “Se experimentamos e apreciamos um bom vinho ou sorvete, provavelmente vamos comprar em seguida. O mesmo pode acontecer depois de um serviço gratuito de lavagem de uma camisa ou saia”, finaliza Thomas. </span></p>
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		<title>Espaços Híbridos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 13:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>isaac</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Espaços híbridos de cultura ganham força no Brasil
Sucesso em países desenvolvidos, a tendência ganha terreno em território nacional
Há algum tempo os chamados espaços híbridos vêm ganhando notoriedade nas grandes cidades brasileiras. Sucesso em algumas metrópoles europeias e norte-americanas parece ter aportado de vez por aqui. O fato de unir vários conceitos artísticos, estéticos e gastronômicos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/espaçlos-hibridos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-641" src="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/espaçlos-hibridos.jpg" alt="" width="722" height="809" /></a></p>
<p><strong>Espaços híbridos de cultura ganham força no Brasil</strong></p>
<p>Sucesso em países desenvolvidos, a tendência ganha terreno em território nacional</p>
<p>Há algum tempo os chamados espaços híbridos vêm ganhando notoriedade nas grandes cidades brasileiras. Sucesso em algumas metrópoles europeias e norte-americanas parece ter aportado de vez por aqui. O fato de unir vários conceitos artísticos, estéticos e gastronômicos, faz desses ambientes, além de um agregador de tendências, por receber pessoas com interesses diferentes, um multiplicador de experiências, por permitir essa troca.</p>
<p>Do ponto de vista econômico, essa pluralidade do produto torna-se eficaz, pois o visitante acaba por consumir não apenas o que é de seu interesse primário, passando a interagir com outras áreas, aumentando assim a receita da casa.</p>
<p>É o caso da Galeria Lúdica de Curitiba, espaço que reúne escritório de criação, loja, galeria de arte e café-bistrô. “As pessoas sabem que vão encontrar novidades de marcas que estão amarradas nas mesmas tendências em um só espaço, sem precisar ir a um shopping. Na Galeria Lúdica as pessoas podem fazer compras, buscar tendências, referências, inspiração, ler ou folhear um livro, ligado aos mercados da qual trabalhamos, apreciar uma exposição de arte, mobiliário de design ou simplesmente comer ou tomar algo com os amigos em nosso café-bistrô”, disse Débora Mello, arquiteta e uma das proprietárias do espaço.</p>
<p>Na cidade do Recife, também cresce o número de espaços híbridos, como no caso da Muda, que reúne artes plásticas, bistrô, brechó e artes cênicas. “A vantagem é para quem gosta de arte. Para quem não tem receio de dialogar e interagir com as inúmeras linguagens, e é muito bom ver tanta rotatividade de pessoas diferentes de diversos segmentos, bonitas, interessantes e inteligentes circulando, trocando ideias e experiências em suas áreas, e sentindo vontade de experimentar outras linguagens artísticas a partir do que vê. É harmonia pura. A vantagem é que podemos mudar”, disse Paulina Albuquerque, atriz, estilista e idealizadora da Muda.</p>
<p>Segundo Débora Mello, a Galeria Lúdica nasceu da idéia de um espaço conceito híbrido composto por moda, arte, design e tudo que gira em torno destas tendências. Um local onde as mentes criativas pudessem se expressar em diversas formas. “Conhecia muita gente que tinha um trabalho interessante e de qualidade, mas não tinha onde expor. Durante o processo de desenvolvimento do projeto, que durou em torno de cinco anos, conheci os componentes do coletivo: Felipe Pedroso (publicidade e marketing), Naty Fogaça (moda), Cláudio Celestino, conhecido como Dimas (arte) e Michele Micheletto (design). O coletivo multidisciplinar juntou mentes com objetivos semelhantes. De nossos desejos surgiu o espaço físico da Galeria Lúdica e nosso escritório de criação”.</p>
<p>Talvez um dos pontos que torna os espaços híbridos tão bem conceituados e visitados, esteja ligado ao fato de expor trabalhos de pessoas que não teriam ou normalmente não tem espaço em outros locais, como grandes galerias de arte, museus, restaurantes e teatros. Isso tudo num ambiente que dá essa oportunidade às várias expressões de uma só vez, por ter essa identidade mais pluralizada.</p>
<p>Para Paulina Albuquerque, esse é um dos motivos do sucesso da Muda. “Eu, como atriz, sempre pensei em ter um lugar que abrigasse os grupos teatrais da cidade e, assim, ter um espaço pra ensaios e oficinas. Como estilista sempre me inquietei pela moda não ser tratada como arte. Nunca entendi também porque as expressões artísticas são tão isoladas – as pessoas de linguagens artísticas diferentes não vão a eventos de outras expressões que não sejam as de suas preferências ou áreas. A minha vontade era de misturar o público e os criadores de artes específicas num convite à interação do maior número de linguagens artísticas possíveis, com o intuito de usar a influência e com isso formar público apreciador e consumidor de arte, sem preconceitos. Com viagens à Europa e aos Estados Unidos, mais precisamente Berlim e Nova Iorque, me apaixonei pela estética dos bares e restaurantes, que abrigam artes diversas e movimentos alternativos de cultura”, disse.</p>
<p>Unindo esses pontos comuns, um multiespaço que abriga várias tendências, a aceitação do público normalmente se dá de forma excepcional, por suprir várias necessidades culturais de um público mais alternativo em um só lugar.</p>
<p>“Curitiba ainda tem muita coisa para ser explorada e para acontecer no cenário cultural. A cidade tem necessidade e público para esse tipo de projeto, afinal a arte e cultura são para todos. O Mega Bazar Lúdica (MBL) surgiu dessa efervescência de novos criadores de talento que não tinham onde expor seu trabalho. A primeira edição foi em dezembro de 2007 e a partir disso muitas portas se abriram para que o projeto da Galeria Lúdica fosse possível. Hoje temos um público de aproximadamente sete mil pessoas por evento e vamos para a sexta edição em junho de 2010. Em vista destes dados é possível perceber que o público gosta de novidade e tem sede de projetos que tragam a criatividade em sua assinatura”, disse Débora Mello.<br />
Já para Paulina Albuquerque, a Muda não surgiu com intuito de ser apenas um gerador de renda, mas sim um agregador cultural. “O Espaço é encantador, atraente. Cada segmento reage à sua forma e, na grande maioria, apóia a iniciativa – já que o Recife estava carente de um multiespaço. O Espaço Muda nasceu despretensioso do sentido mercadológico, longe de ser um negócio que visa antes de tudo a margem de lucro. Não temos receio em dizer que somos uma equipe jovem no atendimento ao público, como também temos orgulho em afirmar que este lugar surgiu da vontade de movimentar e proporcionar a interação entre os diferentes públicos e artes do Recife. É uma satisfação ver a circulação de pessoas ligadas à moda, às artes plásticas, cinema, música, teatro, se encontrando em um único lugar – o que até então era difícil de encontrar no Recife”.</p>
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		<title>Entrevista Millor Machado e Rafael Carvalho</title>
		<link>http://revistaprimenews.net/entrevistas/entrevista-mil/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 13:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>isaac</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[revista-11]]></category>

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Serviço Gratuito: Sai caro ser grátis?
Com o advento das novas formas de troca de informação, como a internet e tudo o que foi engendrado por ela, o perfil do consumidor passa por um processo de mudança. Com a possibilidade de redes de relacionamento gratuitas, oportunidade de fazer uma pesquisa on-line para comparar preços de qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/entrevista-14.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-635" src="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/entrevista-14-1023x720.jpg" alt="" width="1023" height="720" /></a><br />
<em>Serviço Gratuito: Sai caro ser grátis?</em></p>
<p><em>Com o advento das novas formas de troca de informação, como a internet e tudo o que foi engendrado por ela, o perfil do consumidor passa por um processo de mudança. Com a possibilidade de redes de relacionamento gratuitas, oportunidade de fazer uma pesquisa on-line para comparar preços de qualquer produto em segundos, é cada vez mais competitiva a disputa pelo consumidor. Muitas empresas, numa tentativa de fidelizar clientes, começaram a oferecer serviços e produtos gratuitos. Hoje em dia, existem empresas que desde sua fundação oferecem esse tipo de serviço. Para entender como é possível oferecer gratuidade sem onerar ou sem prejudicar os lucros, a PrimeNews conversou com Millor Machado, da rede social/corporativa Empreendemia, que é Engenheiro de Controle e Automação pela UNICAMP com experiência em vendas e consultoria estratégica, e Rafael Carvalho, gerente de marketing da perfumaria virtual Sacks, do grupo Dotcom.</em><br />
<strong>Antes de criar os serviços gratuitos como foi a preparação/adaptação da empresa para este tipo de iniciativa?</strong></p>
<p><em>Rafael</em>- Antes de oferecer o frete grátis para nossos clientes tivemos que conquistar uma base consolidada e atingir um volume agressivo de vendas, para que esse benefício oferecido não afetasse o faturamento da empresa.</p>
<p><em>Millor Machado</em> &#8211; No caso do Empreendemia nós sabíamos que a rede precisaria ser gratuita desde o início. Por um tempo pensamos em ter um modelo de negócios baseado em publicidade, mas percebemos que seria mais fácil ter um modelo de monetização direta a partir de uma versão Premium. Para isso, desde o início de maio trabalhamos com o modelo conhecido Freemium em que existe uma versão gratuita (free) e outra Premium. Ainda é cedo para afirmar os resultados dessa estratégia, mas estamos confiantes que usar o &#8220;grátis&#8221; para atrair usuários e ganhar volume é uma ótima opção para quem depende de volume. Lógico que é preciso ter ideias de monetização desde o início, mas essas ideias precisam ser testadas e aprovadas por clientes em potencial. Ter um canal de conversa com esses clientes potencial atraídos pelo grátis nos ajudou muito na elaboração da versão Premium.</p>
<p> <br />
<strong>Como lucrar oferecendo serviços gratuitos?</strong></p>
<p><em>Rafael</em>- Sabíamos também que a partir do momento em que oferecêssemos o diferencial do frete gratuito para qualquer venda, conquistaríamos mais uma grande fatia do mercado, fazendo com que os custos valessem a pena.</p>
<p><em>Millor Machado</em> &#8211; Existe basicamente duas formas de lucrar com serviços gratuitos. No primeiro modelo parte dos clientes pagantes compensa os custos. Na internet, o modelo Freemium normalmente tem os usuários distribuídos da seguinte forma: 95% usuários gratuitos e 5% usuários pagos. Na internet os custos por usuário são muito baixos e se aproximam de zero graças à evolução das tecnologias de armazenagem e transferência de dados. Isso facilita muito que uma pequena parcela de usuários pagantes consiga sustentar todo o grupo de usuários. No segundo modelo, uma terceira parte sustenta os usuários gratuitos. Um exemplo desse modelo é a própria TV aberta. Você não gasta um centavo para assistir uma novela, mesmo assim ela é extremamente lucrativa por causa do investimento dos anunciantes. A grande questão é que devido ao bombardeamento de informações, as pessoas estão tendendo a ignorar cada vez mais os anúncios. Não acho que a publicidade irá acabar, mas ela precisará se adaptar e tornar-se mais criativa para chamar a atenção das pessoas.</p>
<p> <br />
<strong>Vocês já tiveram alguma experiência negativa com a gratuidade?</strong></p>
<p><em>Millor Machado</em> &#8211; Por enquanto não. Usamos o grátis como estratégia para ficarmos conhecido no mercado e isso trouxe ótimos resultados até agora. Ainda estamos começando a trabalhar com produtos pagos, mas para a internet realmente nos parece um ótimo modelo. O maior problema com o &#8220;grátis&#8221; não é a versão gratuita, é a versão paga. Na minha visão, as empresas de internet focam demais no &#8220;grátis&#8221; com o objetivo de conseguir uma grande audiência e vender essa audiência para anunciantes. O maior problema nessa estratégia é que é muito difícil, improvável e demorado conseguir todo esse volume até que seja interessante para um anunciante investir no produto.<br />
<em>Rafael</em>- O frete grátis tem como ponto negativo o reenvio do pedido (no caso de algum item faltante, danificado ou enviado erroneamente). Nesses casos pagamos o frete dobrado. Para isso, nos protegemos formando uma equipe bem treinada e alinhada que trabalha em nosso centro de distribuição, minimizando os erros e, consequentemente, os custos extras.<br />
 <br />
<strong>Há algum incentivo da migração do gratuito para o pago?</strong></p>
<p><em>Millor</em> &#8211; Tem que haver. Se não houver, a empresa está pedindo para falir. No caso do Empreendemia, a versão paga permite que a empresa coloque mais informações sobre seus serviços na página, o que a deixa mais atrativa para potenciais clientes. A principal dificuldade que estamos tendo por agora é que o próprio usuário não sabe muito bem como fazer sua divulgação pela internet, então o fato de ter um melhor material de divulgação não se torna tão atrativo. Por isso estamos realizando parcerias como a que temos com a Maturi, focada em auxiliar os clientes a criar estratégias de marketing digital e usar o Empreendemia como uma ferramenta. No geral, o modelo Freemium funciona dessa maneira, as funcionalidades Premium só são disponíveis para quem quer usar ainda mais o serviço. Na grande maioria dos casos, as pessoas estão satisfeitas com as funcionalidades básicas, o foco então é descobrir quem tem o potencial para usar o produto mais intensamente e descobrir o que essas pessoas precisam.</p>
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		<title>Revista #11</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 08:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[edições anteriores]]></category>
		<category><![CDATA[revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[
MILLOR MACHADO E RAFAEL CARVALHO: Sacks e Empreendemia revelam alguns segredos para o grátis não sair caro
ESPAÇOS HÍBRIDOS: Soluções criativas para inovar no mercado artístico
SERVIÇOS GRATUITOS: Confira como é possível atrair clientes sem riscos, oferecendo produtos gratuitos
ETANOL X GNV: Verdades e mentiras sobre os possíveis substitutos da gasolina
CIO FÓRUM: Mais um evento da AMCHAM para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-657" title="Revista 11" src="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/capa11-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></p>
<p><a href="http://revistaprimenews.net/entrevistas/entrevista-mil/" target="_blank">MILLOR MACHADO E RAFAEL CARVALHO: Sacks e Empreendemia revelam alguns segredos para o grátis não sair caro</a></p>
<p><a href="http://revistaprimenews.net/materias/espaco/" target="_blank">ESPAÇOS HÍBRIDOS: Soluções criativas para inovar no mercado artístico</a></p>
<p><a href="http://revistaprimenews.net/materias/servicos-gratuitos/" target="_blank">SERVIÇOS GRATUITOS: Confira como é possível atrair clientes sem riscos, oferecendo produtos gratuitos</a></p>
<p><a href="http://revistaprimenews.net/materias/etanol-x-gnv/" target="_blank">ETANOL X GNV: Verdades e mentiras sobre os possíveis substitutos da gasolina</a></p>
<p><a href="http://revistaprimenews.net/materias/cio-forum/" target="_blank">CIO FÓRUM: Mais um evento da AMCHAM para empresários de sucesso</a></p>
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		<title>CIO Fórum</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 17:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>isaac</dc:creator>
				<category><![CDATA[matérias]]></category>
		<category><![CDATA[revista-11]]></category>

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CIO FÓRUM 
Evento realizado no dia 29 de abril, no JCPM, contou palestras dos CIOs da MC Donald’s, EAS, Hospital Sírio-Libanez e do presidente da Elcoma e do Gerente da Microsft NO e NE. 
O CIO Fórum reuniu nomes como Roberto Galdieri, CIO da Mc Donald’s, que falou sobre “O novo CIO: gestor e estrategista”; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/CIO-forum.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-620" src="http://revistaprimenews.net/wp-content/uploads/CIO-forum.jpg" alt="" width="960" height="680" /></a></strong></p>
<p><strong>CIO FÓRUM </strong></p>
<p><em>Evento realizado no dia 29 de abril, no JCPM, contou palestras dos CIOs da MC Donald’s, EAS, Hospital Sírio-Libanez e do presidente da Elcoma e do Gerente da Microsft NO e NE. </em></p>
<p>O CIO Fórum reuniu nomes como Roberto Galdieri, CIO da Mc Donald’s, que falou sobre “O novo CIO: gestor e estrategista”; José Inácio Fritsch, ex-CIO da Gerdau e vencedor do prêmio Notabile na cartegoria personalidade do segmento de TI em 2009, que abordou “Networking na TI”; e Margareth Ortiz, CIO do Hospital Sírio-Libanês, que tratou do “Papel da tecnologia nas empresas”.</p>
<p>A abertura do encontro foi feita por Julio Gil, presidente da Elcoma e conselheiro regional da Amcham-Recife, e a mediação dos debates, por Luis Pinto, gerente da Microsoft e presidente do Comitê de TI &amp; Comunicações da regional.</p>
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		<title>PrimePod #42</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 06:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[prime notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[SÓ NOVIDADE
Tema: Conheça o Bolão Vip que já tem mais de 130 mil pessoas cadastradas.
Fonte: Yuri Soldade, Sócio-Diretor do Bolão Vip
CONVERSA COM QUEM ENTENDE
Tema: Entenda a importância do registro de marcas e patentes
Fonte: Edinéia Casa Grande, Gerente da propriedade industrial da empresa Nova Marca.
UMA IDEIA, UMA EMPRESA
Tema: Apresentamos a Autosys, empresa que oferece produtos tecnológicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÓ NOVIDADE</strong><br />
Tema: Conheça o Bolão Vip que já tem mais de 130 mil pessoas cadastradas.<br />
Fonte: Yuri Soldade, Sócio-Diretor do Bolão Vip</p>
<p><strong>CONVERSA COM QUEM ENTENDE</strong><br />
Tema: Entenda a importância do registro de marcas e patentes<br />
Fonte: Edinéia Casa Grande, Gerente da propriedade industrial da empresa Nova Marca.</p>
<p><strong>UMA IDEIA, UMA EMPRESA</strong><br />
Tema: Apresentamos a Autosys, empresa que oferece produtos tecnológicos para a área residencial.<br />
Fonte: Thiago Henrique Ferreira, Diretor Comercial da Autosys.</p>
<ul>
<li><a href="http://revistaprimenews.net/primepod/junho_10/primepod_42_junho10.mp3">Download (Baixar MP3)</a></li>
</ul>

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		<title>PrimePod #41</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 21:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[SÓ NOVIDADE
Tema: Saiba o que significa crowdsourcing e como a Label Desafios promete revolucionar o que se entende por colaboração corporativa.
Fonte: Rafael Zatti, Sócio-Diretor da Label Desafios
CONVERSA COM QUEM ENTENDE
Tema: Se todo mundo é criativo por que as empresas não são?
Fonte: Paulo Benetti, fundador da Inteligência Natural.
UMA IDEIA, UMA EMPRESA
Tema: Apresentamos a Teatrês, empresa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÓ NOVIDADE</strong><br />
Tema: Saiba o que significa crowdsourcing e como a Label Desafios promete revolucionar o que se entende por colaboração corporativa.<br />
Fonte: Rafael Zatti, Sócio-Diretor da Label Desafios</p>
<p><strong>CONVERSA COM QUEM ENTENDE</strong><br />
Tema: Se todo mundo é criativo por que as empresas não são?<br />
Fonte: Paulo Benetti, fundador da Inteligência Natural.</p>
<p><strong>UMA IDEIA, UMA EMPRESA</strong><br />
Tema: Apresentamos a Teatrês, empresa que ensina técnicas teatrais para o uso corporativo.<br />
Fonte: Mauro Henrique Toledo, ator e Sócio-Diretor da Teatrês.<br />
<a href="http://revistaprimenews.net/primepod/junho_10/primepod_41_junho10.mp3"><br />
</a></p>
<ul>
<li><a href="http://revistaprimenews.net/primepod/junho_10/primepod_41_junho10.mp3">Download (Baixar MP3)</a></li>
</ul>

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		<title>PrimePod #40</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 15:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Ricardo Dória, co-working Curitiba, uma das primeiras empresas de co-working do Brasil;
Claudio Nasajon, consultor e diretor da Nasajon Sistemas;
Eduardo Ionta, Sócio-Diretor da empresa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÓ NOVIDADE</strong><br />
Tema: Saiba o que significa co-working e as facilidades que este modelo de negócio pode trazer.<br />
Fonte: Ricardo Dória, co-working Curitiba, uma das primeiras empresas de co-working do Brasil</p>
<p><strong>CONVERSA COM QUEM ENTENDE</strong><br />
Tema: entenda por que empreender nem sempre é a melhor solução.<br />
Fonte: Claudio Nasajon, consultor e diretor da Nasajon Sistemas.</p>
<p><strong>UMA IDEIA, UMA EMPRESA</strong><br />
Tema: Apresentamos Inovastore, empresa que oferece locação de serviços de e-commerce.<br />
Fonte: Eduardo Ionta, Sócio-Diretor da empresa.</p>
<ul>
<li><a href="http://revistaprimenews.net/primepod/junho_10/primepod_40_junho10.mp3">Download (Baixar MP3)</a></li>
</ul>

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		<title>PrimePod #39</title>
		<link>http://revistaprimenews.net/edicoes/primepod/primepod-39/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 17:17:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[podcast]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaprimenews.net/?p=576</guid>
		<description><![CDATA[SÓ NOVIDADE
Tema: Conversa sobre remuneração e carreira nas empresas.
Fonte: Sebastião Augusto Perossi, professor de pós-graduação na disciplina de remuneração e carreira.
CONVERSA COM QUEM ENTENDE
Tema: Auto-liderança e a evolução dos profissionais de TI.
Fonte: Marcelo Prauchner, especialista Em TI.
UMA IDEIA, UMA EMPRESA
Tema: Apresentamos Zaine Software, empresa focada em tecnologia da informação.
Fonte: Wilton Pinheiro, Sócio-Diretor da Zaine.

Download (Baixar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÓ NOVIDADE</strong><br />
Tema: Conversa sobre remuneração e carreira nas empresas.<br />
Fonte: Sebastião Augusto Perossi, professor de pós-graduação na disciplina de remuneração e carreira.</p>
<p><strong>CONVERSA COM QUEM ENTENDE</strong><br />
Tema: Auto-liderança e a evolução dos profissionais de TI.<br />
Fonte: Marcelo Prauchner, especialista Em TI.</p>
<p><strong>UMA IDEIA, UMA EMPRESA</strong><br />
Tema: Apresentamos Zaine Software, empresa focada em tecnologia da informação.<br />
Fonte: Wilton Pinheiro, Sócio-Diretor da Zaine.</p>
<ul>
<li><a href="http://revistaprimenews.net/primepod/maio_10/primepod_39_maio10.mp3">Download (Baixar MP3)</a></li>
</ul>

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